Deveremos tratar de que Deus regresse ao nosso horizonte,
esse Deus tão frequentemente ausente, e de quem, no entanto, precisamos
tanto.
Talvez me pergunteis: "Mas Deus existe? E se existe, ocupa-se de nós de verdade?
Podemos nós chegar até Ele?".
Sim, é verdade que não podemos pôr Deus em cima da mesa, não o podemos tocar
como fazemos com um utensílio, ou pegar nele com a mão como fazemos com
qualquer objecto.
esse Deus tão frequentemente ausente, e de quem, no entanto, precisamos
tanto.
Talvez me pergunteis: "Mas Deus existe? E se existe, ocupa-se de nós de verdade?
Podemos nós chegar até Ele?".
Sim, é verdade que não podemos pôr Deus em cima da mesa, não o podemos tocar
como fazemos com um utensílio, ou pegar nele com a mão como fazemos com
qualquer objecto.
Podemos intuir algo da grandeza de Deus na
grandeza do cosmos.
Podemos utilizar o mundo através da técnica, porque está construído de maneira racional. Na grande racionalidade do mundo podemos
intuir o espírito do criador, de quem provém; e na beleza da criação podemos intuir algo da beleza, da grandeza e também da bondade de Deus.
Nas palavras das Escrituras podemos escutar palavras de vida eterna que
não vêm simplesmente dos homens, mas vêm dEle, e nelas escutamos a sua voz.
Por isso, nestes dias queremos empenhar-nos em voltar a ver Deus, para voltarmos nós mesmos a ser pessoas através de quem entre no mundo uma luz de esperança, que é luz que vem de Deus e que nos ajuda a viver. Bento XVI, 17.9.2011
não vêm simplesmente dos homens, mas vêm dEle, e nelas escutamos a sua voz.
Por isso, nestes dias queremos empenhar-nos em voltar a ver Deus, para voltarmos nós mesmos a ser pessoas através de quem entre no mundo uma luz de esperança, que é luz que vem de Deus e que nos ajuda a viver. Bento XVI, 17.9.2011

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